segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Sinopse: “A Vida é Bela”

Guido (Roberto Benigni) é um judeu que muda do campo para a cidade nos anos 30. Lá, conhece a encantadora professora Dora (Nicoletta Braschi), por quem se apaixona. Cinco anos mais tarde, eles estão casados e têm um filho, Josué (Giorgio Cantarini). Guido e sua família são capturados e ficam presos em um campo de concentração. Preocupado com seu filho, Guido tenta amenizar o sofrimento do menino, contando histórias. Para poupar seu filho das crueldades do nazismo, diz que estão participando de uma gincana para ganhar um tanque de guerra e devem passar por muitas privações para conseguir o prêmio. “A Vida é Bela” conseguiu sete indicações ao Oscar de 1998, vencendo nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Ator (Roberto Benigni) e Melhor Trilha Sonora.

Sinopse: "O Auto da Compadecida"

No vilarejo de Taperoá, sertão da Paraíba, João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos sem eira nem beira, andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo". A sessão é um sucesso, eles conseguem alguns trocados, mas a luta pela sobrevivência continua. João Grilo e Chicó preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha (Virgínia Cavendish), filha de Antonio Moraes (Paulo Goulart), desperta a paixão de Chicó, e ciúmes do cabo Setenta (Aramis Trindade). Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino (marco Nanini) e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas por um Jesus negro (Maurício Gonçalves) e pelo diabo (Luís Melo). O destino de cada um deles será decidido pela aparição de Nossa Senhora, a Compadecida (Fernanda Montenegro) e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.

Comparações de sucesso

Se compararmos o filme "A vida é bela" com "O auto da compadecida", vemos que é possível produzir roteiros com histórias que descrevem a arte e a cultura de um povo. O primeiro filme retrata o nazismo por um olhar de um pai que está preocupado em amenizar o sofrimento do seu filho diante daquela crueldade. O Brasil também pode. No segundo identificamos a vida sofrida de dois nordestino, que mesmo com fome encaram os desafios nessa terra desamparada como uma divertida aventura. É disso que o Brasil precisa. Queremos ver nossa história, queremos ver nosso povo, não como fracassados, não como drogados, não como pobres. Queremos ver aquele brasileiro que não desiste nunca, aquele vitorioso, ele tem uma cultura, ele transmite a arte brasileira, ele merece.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

ASSISTAM: HOUSE M.D.














Produzida por Paul Attanasio, Katie Jacobs, David Shore e Bryan Singer, "HOUSE" é um misterioso novo drama médico onde os vilões são as doenças e o herói é um irreverente e controverso médico que não confia em ninguém.

O Dr. Gregory House é contra o contato com os pacientes e evita até mesmo falar com eles se não for preciso. Lidando com sua constante dor física, ele usa uma bengala que parece acentuar seu comportamento rude e brutalmente honesto. Embora seu comportamento possa ser taxado como anti-social, House é um médico dissidente cuja maneira nada convencional de pensar e instintos certeiros permitem que ele seja respeitado por todos.



Opinião pessoal: Se House não fosse manco, eu juraria que ele é Deus. Ele nunca se engana e mesmo quando se engana encontra a solução no erro. Ele é egoísta, egocêntrico, rabugento, mandão, irônico, sarcástico, não segue as regras e pensa ser o dono do mundo, mas mesmo assim é o médico mais amado da televisão.

O que faz o Dr. Gregory House ser adorado pelo público? As mulheres amam seu bom gosto e adoram seu jeito sincero, os adolescentes idolatram sua rebeldia, os homens suas ironias. House M.D. não é mais um seriado médico onde pessoas entram sangrando pelas portas e os médicos ficam estressados com a correria dos plantões, mas que amam seus pacientes e sempre ficam ligados emocionalmente a eles, House não é assim, ele não gosta de lidar com as pessoas que vão a clinica para uma simples consulta, ele gosta de montar quebra-cabeças, de encontrar diagnósticos para doenças que nenhum outro médico consegue. Ele não se importa em conversar com os pacientes, já que segundo ele próprio, “todo mundo mente”. Em uma das frases ditas pelo médico ele afirma: “quando se quer saber a verdade sobre uma pessoa, essa deve ser a última a ser consultada.”. Ao evitar o contato com os pacientes, House cria conflitos no hospital onde trabalha, já que não confia em nada do que seus internos dirão, o Dr. Rabugento simplesmente manda um de seus médicos auxiliares invadir a casa do pacientes em busca de ‘provas’ para encontrar a doença certa.

A história beira entre o drama e a comédia. É impossível não rir de seu sarcasmo com os outros médicos ou mesmo com os pacientes e seus “entes queridos”, ao mesmo tempo seu problema com a perna e seus conflitos internos proporcionam uma reflexão no modo em que agimos.

Essa não será a ultima vez que vou falar de House. Assim que possível farei um levantamento das melhores cenas e melhores frases do médico mais controverso da TV.